INFORMAÇÕES

Suas origens estão na Ásia Menor, nas costas do Mar Negro e Mar Cáspio. Aparentemente, povos primitivos dessas regiões utilizavam a cereja para produzir uma espécie de vinho, antes mesmo de a uva ser usada para este fim.
Gregos e romanos disputam o papel de introdutores da cereja na Europa. Os últimos dizem que foi o general romano Lucullus que, após uma guerra vitoriosa na Ásia Menor, trouxe os primeiros ramos de cerejeira para a Europa. Os gregos contestam, afirmando que, 300 anos antes de Lucullus, um autor grego já havia descrito a fruta em detalhes.
Disputas à parte, foi por meio da expansão do império romano que a cereja se expandiu pela Europa. Na Idade Média, já era bastante popular na França, na Inglaterra e na Alemanha.
Ingleses e franceses levaram a fruta para as colônias nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, países onde é bastante cultivada até os dias de hoje.
Há muito tempo apreciada para a confecção de tortas, doces e geléias, a cereja ficou ainda mais valorizada com as descobertas recentes sobre as propriedades das substâncias antioxidantes. Ao lado de outras frutas vermelhas, a cereja é rica em compostos que ajudam a prevenir certas doenças inflamatórias e crônicas.

ONDE

Nativa da Ásia, a cereja se desenvolve em climas frios. Por isso, não é produzida comercialmente no Brasil. A maior parte da oferta da fruta no mercado nacional vem do Chile.